<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>Tocks do Ock-Tock &#187; Techie!</title>
	<atom:link href="http://www.ocktock.com.br/category/techie/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ocktock.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Jul 2010 17:21:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.4" -->
		<copyright>Copyright &#xA9; 2010 Tocks do Ock-Tock </copyright>
		<managingEditor>email@ocktock.com.br ()</managingEditor>
		<webMaster>email@ocktock.com.br ()</webMaster>
		<category>posts</category>
		<ttl>1440</ttl>
		<itunes:keywords></itunes:keywords>
		<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
		<itunes:summary></itunes:summary>
		<itunes:author></itunes:author>
		<itunes:category text="Society &amp; Culture"/>
		<itunes:owner>
			<itunes:name></itunes:name>
			<itunes:email>email@ocktock.com.br</itunes:email>
		</itunes:owner>
		<itunes:block>No</itunes:block>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:image href="http://www.ocktock.com.br/tockai/selo144.jpg" />
		<image>
			<url>http://www.ocktock.com.br/tockai/selo144.jpg</url>
			<title>Tocks do Ock-Tock</title>
			<link>http://www.ocktock.com.br</link>
			<width>144</width>
			<height>144</height>
		</image>
		<item>
		<title>Macaco musical adestrado</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2010/05/02/macaco-musical-adestrado/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2010/05/02/macaco-musical-adestrado/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 22:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ocktock.com.br/?p=4811</guid>
		<description><![CDATA[O novo Windows Media Player, aquele que vem no Windows 7, trava a cada cinco minutos e perde informações dos MP3 armazenados em meu computador. O iTunes, por sua vez, trava o meu computador todo, me obrigando a reiniciar a máquina e até já me custou um HD no passado. Na busca por um bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4812  aligncenter" title="mediamonkey" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/mediamonkey.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>O novo Windows Media Player, aquele que vem no Windows 7, trava a cada cinco minutos e perde informações dos MP3 armazenados em meu computador. O iTunes, por sua vez, trava o meu computador todo, me obrigando a reiniciar a máquina e até já me custou um HD no passado. Na busca por um bom programa para catalogar, organizar e tocar minhas músicas a partir do computador, dei de cara com o excelente <a href="http://www.mediamonkey.com/" target="_blank">MediaMonkey</a>, que tem tudo para conquistar uma legião de fãs!</p>
<p>O instalador para Windows da versão 3.2 freeware pesa apenas 7,44Mb, sendo bem leve para baixar. A interface amigável e a possibilidade de escolher em qual língua podemos instalá-lo (português do Brasil faz parte do pacote) já conquistou minha simpatia inicial. A versão <em>gold</em>, que custa US$19,95, traz alguns recursos que, pela descrição no site, não vão me fazer falta alguma. Vamos em frente, então, com o macaquinho “zero-oitocentos”.</p>
<p>O primeiro desafio do MediaMonkey após ser instalado foi o de identificar todos os 203Gb de música em meu HD, tudo devidamente <em>tageado</em> com direito a capas e tudo mais. Em pouco mais de uma hora, o programa já havia reconhecido todos os arquivos musicais do computador em diversos formatos (além do MP3, o software também toca arquivos FLAC, ACC, M4A, OGG, VQF, WAV, WMA, CD de áudio e outros), todos devidamente catalogados por nome do artista, do álbum, gênero musical e até ano de lançamento do CD. A árvore de diretórios da coluna da esquerda ainda apresenta pastas que reúnem nela as músicas cujas informações de IDTags não foram preenchidas e editá-las pelo MediaMonkey é realmente muito fácil e prático. Em poucos cliques, toda a “MP3teca” está organizada.</p>
<p>A coluna do meio mostra toda a sua coleção de músicas devidamente catalogada para você achar facilmente o que quer, de acordo com a pasta selecionada na árvore de diretórios da coluna da esquerda. Ao selecionar uma ou mais músicas para tocar, elas aparecem na lista <em>Em Execução</em> da coluna da direita.</p>
<p>Além de poder montar suas listas como em qualquer outro programa do tipo, você pode sincronizá-las com seu aparelho portátil de MP3. O MediaMonkey é compatível com quase todo tipo de celular e de MP3 player – até mesmo os iPods, livrando os donos dos aparelhinhos da Apple da “escravidão” do iTunes. Após conectar o seu player no computador e o programa reconhecê-lo na primeira vez, você pode jogar as músicas para o aparelho clicando no botão <em>copiar</em> na parte de baixo da coluna das listas (isso fará com que o MediaMonkey jogue todas as músicas presentes na lista em execução para o aparelho) ou clicar com o botão direito do mouse na pasta do CD em questão na árvore de diretórios da esquerda e, na lista que se abrirá, seguir o caminho <em>Enviar para&#8230; &gt; (diretório do aparelho)</em>.</p>
<p>Os ouvintes de podcasts também estão muito bem servidos com este software, que assina os <em>feeds</em> dos programas. Através das opções de configuração, os episódios podem ser armazenados em uma pasta diferente no seu computador e você pode arrumá-los no MediaMonkey usando os mesmos recursos oferecidos para catalogar suas músicas. A mesma facilidade existe, também, para transferir os podcasts para seu aparelho portátil.</p>
<p>Existem muitos outros detalhes, recursos e ferramentas menores e legais oferecidas pelo MediaMonkey. Uma solução recomendadíssima para quem tem uma grande coleção de músicas e precisa de praticidade para arrumá-la e de acesso rápido ao item que deseja dentro dela.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2010/05/02/macaco-musical-adestrado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adeus, disquete</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2010/04/26/adeus-disquete/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2010/04/26/adeus-disquete/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 02:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ocktock.com.br/2010/04/26/adeus-disquete/</guid>
		<description><![CDATA[A Sony segurou este último suspiro até meter em sua cabeça dura que não tinha mais volta mesmo e anunciou para março de 2011 o fim de seu suporte para o histórico disquete de 3,5 polegadas e, consequentemente, sua morte. O cartãozinho de plástico trazia um disco magnético em seu interior, capaz de armazenar cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4800" title="floppy" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/floppy.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>A Sony segurou este último suspiro até meter em sua cabeça dura que não tinha mais volta mesmo e anunciou para março de 2011 o <a href="http://news.cnet.com/8301-1001_3-20003360-92.html?part=rss&amp;amp;subj=news&amp;amp;tag=2547-1_3-0-20" target="_blank">fim de seu suporte para o histórico disquete de 3,5 polegadas</a> e, consequentemente, sua morte.</p>
<p>O cartãozinho de plástico trazia um disco magnético em seu interior, capaz de armazenar cerca de “imensos” 1,44Mb em sua formatação mais popular. Hoje em dia isso não quer dizer absolutamente nada frente à nossa realidade de pendrives, CDs e DVDs graváveis e o fácil acesso econômico e de suporte tecnológico a essas mídias portáteis, mas antes de tudo isso, foi com o bom e velho disquete que os usuários de computador contaram durante 30 anos. É claro que estamos falando de uma época em que os arquivos eram medidos em, no máximo, Kbites e um HD com 80 Gigas era uma obscenidade de espaço – você levará anos para preencher um disco rígido desses! É espaço para toda a vida!</p>
<p>Quando o Windows 95 surgiu (pasmem, ele saiu REALMENTE em 1995), ele foi inicialmente comercializado em duas mídias: o CD-ROM e a caixa com 17 disquetes numerados e mais o disquete de iniciailização – como um drive de CD-ROM, novidade da época, era absurdamente caro, tive que instalar meu revolucionário sistema operacional da Microsoft trocando o disquete a todo instante, sempre que o computador mandava. Mesmo na segunda metade da década de 90 o disquete ainda era a salvação da galera, pois o drive de CD-ROM demorou um bom tempo para que seu preço fosse popularizado e nem me pergunte sobre o preço de um gravador de CD. Pendrive? Isso era devaneio de ficção científica para quem ainda contava com a certeza de que todo e qualquer computador do mundo haveria de ter um drive de disquete. Nerd que era nerd naqueles tempos tinha sempre uma caixa de desquetes dentro da mochila a fim de poder copiar gigantescas imagens de JPG, jogos diversos (os mais pesados precisavam de cinco, 10 ou até 20 disquetes!) e documentos diversos de Word, Excel e de outras aplicações de Office.</p>
<p>Mas a informática continuou evoluindo em passos largos e tornou-se capaz de digitalizar toda a nossa vida. Entretenimento, comunicação, memórias e trabalho passaram a ser executados sumariamente através do computador e seu conceito de armazenamento precisou sofrer um upgrade também. O usuário passou a armazenar mais que material digital de trabalho, passou a armazenar a si mesmo, sua identidade – e sua identidade é grande demais para caber em apenas 1,44Mb. O CD tornou-se uma mídia banal, assim como o DVD pouco depois dele, e o padrão de entrada USB chegou prometendo um futuro deslumbrante em termos de conectividade. A Apple vislumbrou esse futuro e tratou de adiantá-lo lançando o primeiro computador sem o onipresente driver de disquete; a Dell veio logo atrás e quando surgiu o pendrive, praticamente mais ninguém já usava o tal cartão de plástico com mídia magnética dentro.</p>
<p>Você sabe que a vida útil que alguma mídia antiga, como o disquete e a fita K7, chegou ao fim quando sua forma vira ícone a ser desenhado em camisetas para <em>geeks</em> ou é reproduzida em outros utensílios como bolsas, cadernos e (ironia) <a href="http://www.themalcolm.com/marc-jacobs-usb-key/" target="_blank">pendrives</a>. A vida útil do disquete foi bem longa e já acabou há tempos; nada mais justo que ele mereça uma morte honrada com a oficialização de seu fim e o reconhecimento de dever cumprido em sua época.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2010/04/26/adeus-disquete/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Banda larga para todos</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2010/02/21/banda-larga-para-todos/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2010/02/21/banda-larga-para-todos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 16:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ocktock.com.br/?p=4672</guid>
		<description><![CDATA[As próximas semanas podem representar um interessante grande passo para a Internet no Brasil. Seguindo a máxima de que o ano só começa mesmo por aqui depois do carnaval, os líderes do país se reunirão no começo de março para definir os parâmetros do Plano Nacional de Banda Larga &#8211; o principal deles seria a reativação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4673" title="world_conet" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/world_conet.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>As próximas semanas podem representar um interessante grande passo para a Internet no Brasil. Seguindo a máxima de que o ano só começa mesmo por aqui depois do carnaval, os líderes do país se reunirão no começo de março para definir os parâmetros do <strong>Plano Nacional de Banda Larga</strong> &#8211; o principal deles seria a reativação da empresa estatal de telecomunicações Telebras, que seria a responsável em prover esse acesso gratuito à Internet rápida para todos.</p>
<p>Traduzindo para uma linguagem que os jornalistas de economia não conseguem ou não podem usar nos veículos onde trabalham, o lance é que o governo quer oferecer Internet em banda larga de, no mínimo, 1Mb de velocidade a todos os municípios do país a um preço baratinho, o suficiente para que até a população de baixa renda possa pagar por ele. A estrutura pra isso está praticamente pronta: os planejamentos prevêem usar redes ociosas de fibra ótica que já existem pelo país, mas as cidades distantes das metrópoles não serão esquecidas: os envolvidos no projeto pretendem criar conexões com redes móveis para atender até mesmo a zona rural.</p>
<p>De acordo com o cronograma do plano, até 2012 (se o mundo não acabar até lá), quase todo o país já terá “banda larga baratinha”, com exceção da região Norte, que ganhará seu um mega de velocidade até 2014. Hoje em dia, cerca de 18% das casas brasileiras tem Internet; com a banda larga popular, o governo espera que esse número aumente para 50% &#8211; isso sem contar com escolas, serviços públicos e até mesmo empresas privadas que podem contratar o serviço. De acordo com <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1497468-9356,00.html" target="_blank">declarações do presidente</a>, parece que o modelo escolhido foi mesmo o estatal, ou seja, o controle e responsabilidade pela venda e distribuição dessa rede ficará nas mãos da Telebras, tornando-se assim um concorrente direto &#8211; e bem forte, diga-se de passagem &#8211; das empresas que provêem banda larga em suas regiões  como Speedy (Telefonica), Virtua (NET), Velox (Oi) e outras.</p>
<p>É claro que as empresas privadas não estão gostando nada nada da idéia. Com tantas reclamações que vejo dos usuários de Internet a respeito dos serviços de acesso que contratam, fica evidente que elas vão ter que rebolar muito para competir com uma estatal que parecerá muito atraente pelo preço que cobrará. Só pra começar, eles terão que garantir maior qualidade no serviço prestado ou diminuir drasticamente o preço cobrado ou os dois! Talvez a declaração do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, de que <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1497766-5601,00.html" target="_blank">o governo pretende estabelecer parcerias com as teles</a> no fornecimento da banda larga acalme ânimos do setor privado, mas nem tanto.</p>
<p>De qualquer forma, tudo isso na teoria é muito bonito: praticamente o Brasil inteiro conectado, todo mundo terá sua Internet de 1Mb para fazer o que quiser e a classe C não precisará mais ir até às lan houses para fazer uso da dobradinha Orkut/ MSN que faz a alegria da galera &#8211; eles poderão, finalmente, fazer uso daquela webcam que veio com o computador que eles compraram a 34 prestações na Casas Bahia. O que espero que não aconteça é que a estrutura a ser montada/ aproveitada revele-se frágil demais para atender a demanda e a banda larga popular fique mais fora do ar do que audiência de TV pequena no horário da novela da Globo. As empresas particulares, por sua vez, não precisarão melhorar sua qualidade e esfregarão na cara de todos “Nosso serviço é melhor . Vale a pena pagar um pouco mais por uma Internet banda larga que funcione.” O mercado de banda larga no Brasil melhorará bastante com a iniciativa sim, mas ainda dá pra ir bem mais fundo nesse poço antes de começarmos a subir.</p>
<p>Tudo isso, no entanto, são só especulações. Se bobear, a tal reunião que acontecerá em março resultará em uma direção totalmente oposta àquela que estou traçando aqui ou ainda não dar em nada, adiando a decisão mais uma vez. Eu sempre traço um cenário tenebroso, mas mesmo assim, estou curioso em ver como essa história da banda larga popular para todos vai terminar &#8211; ou começar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2010/02/21/banda-larga-para-todos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Para twittar de qualquer lugar</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2009/11/10/para-twittar-de-qualquer-lugar/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2009/11/10/para-twittar-de-qualquer-lugar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocktock.com.br/?p=4271</guid>
		<description><![CDATA[Faz muito tempo que sequer digito o endereço do Twitter para postar as já famosas mensagens de até 140 caracteres a partir de meu perfil no serviço. Costumo usar, no computador ou no celular, um dos diversos aplicativos que rolam por aí. Se você ainda não conhece esses recursos, seguem aqui algumas dicas para você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4347" title="twitter" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/twitter.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>Faz muito tempo que sequer digito o endereço do Twitter para postar as já famosas mensagens de até 140 caracteres a partir de meu perfil no serviço. Costumo usar, no computador ou no celular, um dos diversos aplicativos que rolam por aí. Se você ainda não conhece esses recursos, seguem aqui algumas dicas para você também abandonar a interface oficial do serviço e ter acesso mais fácil aos recursos que inventaram para o passarinho twitteiro.</p>
<p>Para twittar do computador, existem vários programas como o popular <a href="http://www.tweetdeck.com/beta/" target="_blank">TweetDeck </a>e o o versátil <a href="http://www.mixero.com/" target="_blank">Mixero</a>, mas o meu preferido é o simples e prático <a href="https://destroytwitter.com/" target="_blank">DestroyTwitter</a>. O formato retangular lembra um MSN mais simples e menos poluído visualmente. Nele, os twitts daqueles que você segue são atualizados a cada um minuto (ou no tempo que você configurar o programa) e, de cada um, você pode dar <em>reply</em>, retwittar ou favoritar. A ferramenta ainda traz abas dedicadas de <em>Replies</em> (vê os twitts dedicados a você) <em>Messages</em> (as mensagens privadas à você, ou as famosas &#8220;DMs&#8221;),<em>Groups</em> (você pode criar listas de twitteiros específicos) <em>Search</em> (ferramenta de busca pelos Twitters que você segue) e Saved (os twitts que você favoritar aparecem aqui). Basta clicar no balão de histórias em quadrinhos no canto inferior direito do DestroyTwitter para escrever sua mensagem de 140 caracteres, que traz até um campo de encurtador de URLs &#8211; você pode configurar qualquer serviço nele, como o <a href="http://migre.me/" target="_blank">Migre.me</a>, por exemplo. Devo lembrar que todos esses programas rodam sobre a plataforma <a href="http://www.adobe.com/br/products/air/" target="_blank">Adobe Air</a>, que você precisa instalar antes &#8211; não tenha medo: o processo é fácil e gratuito.</p>
<p>Como meu celular é movido à Windows Mobile, procurei por um aplicativo compatível a este sistema operacional &#8211; o que mais me agradou até o momento chama-se <a href="http://www.pocketpcfreeware.mobi/download-pocketwit.html" target="_blank">PockeTwit</a>. Fácil de mexer, ele apresenta uma coluna que ocupa toda sua tela, exibindo sua <em>timeline</em> de twitters que segue. Basta mover a coluna para o lado esquerdo e encontrará a lista dos comandos gerais (ver sua lista de <em>replies</em>, abrir o campo de digitação para twittar, etc.) ou para o lado direito para a lista de comandos dedicados ao twit selecionado na coluna central (dar reply ou retwit imediatamente daquele twit selecionado, ver os twits exclusivos daquele twitter, etc.). Gratuito, é só baixar e instalar em seu celular com Windows Mobile.</p>
<p>Ah, esse papo de instalar programas e plataformas é complicado para você? Ainda existe uma última solução:  o site <a href="http://dabr.co.uk/" target="_blank">DABR.co.uk</a> é uma interface web para o Twitter com todos esses recursos que os programas anteriores também apresentam. Por ser mais leve que o próprio site do Twitter, ele é facilmente carregado a partir do navegador de seu computador ou smartphone. Tudo que precisa fazer é acessar o endereço e digitar seu login e senha do Twitter nele.</p>
<p>Agora não tem mais desculpa para você aproveitar tudo que anda acontecendo pela Twittosfera. Para conhecer ainda mais dicas, recomendo visitar o <a href="http://www.twitcast.com.br" target="_blank">Twitcast</a> e se souber de mais alguma, é só deixar aí nos comentários.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2009/11/10/para-twittar-de-qualquer-lugar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>GeoCities e os sobrinhos &#8220;GeoSites&#8221;</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2009/10/27/geocities-e-os-sobrinhos-geosites/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2009/10/27/geocities-e-os-sobrinhos-geosites/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 04:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocktock.com.br/?p=4198</guid>
		<description><![CDATA[Então o GeoCities fechou ontem. E com ele, toda a primeira geração de serviços da Internet chega, simbolicamente, ao fim. Em tempos onde um site pessoal é sinônimo de blog, que, por sua vez, pode ser construído com poucos cliques em um Blogger ou WordPress da vida, é inconcebível pensar que, um dia, você tinha que &#8220;meter a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4589" title="cidadedigital" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/cidadedigital.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>Então o <a href="http://geocities.yahoo.com/" target="_blank">GeoCities</a> fechou ontem. E com ele, toda a primeira geração de serviços da Internet chega, simbolicamente, ao fim.</p>
<p>Em tempos onde um site pessoal é sinônimo de blog, que, por sua vez, pode ser construído com poucos cliques em um <a href="http://www.blogger.com/" target="_blank">Blogger</a> ou <a href="http://pt-br.wordpress.com/" target="_blank">WordPress</a> da vida, é inconcebível pensar que, um dia, você tinha que &#8220;meter a mão&#8221; em um HTML estático (naquela época, tecnologias como PHP e ASP eram pura ficção científica) para criar um site. Registrar um domínio e hospedar em um servidor? Para internautas normais como eu e você, isso era uma verdadeira busca pelo cálice sagrado e mesmo as empresas passavam por dificuldade$$$ para conseguir isso. Era aí que entrava o GeoCities para salvar a pátria.</p>
<p>O primeiro serviço de hospedagem gratuita oferecia um espaço mediano para você hospedar seu site &#8211; um conjunto de arquivos .htm montados no editor de HTML <a href="http://office.microsoft.com/pt-br/help/HA100750411046.aspx" target="_blank">Frontpage</a>, da Microsoft (os <em>experts</em> no assunto usavam o complicadíssimo editor de HTML <a href="http://www.sausagetools.com/" target="_blank">Hotdog</a>) e, de preferência, pouquíssimas imagens para as páginas carregarem rápido, te dando um endereço enorme, que representava cidades, bairros e ruas virtuais dentro daquele sistema. Era algo como <em>www.geocities.com/soho/greenville/seunome</em>. Ei, antes isso do que não ter nada!</p>
<p>Hoje em dia, a história é outra. A Internet se profissionalizou a ponto de haver grandes profissionais do ambiente online capazes de construir serviços que abrem sua &#8220;casa&#8221; no mundo virtual em poucos minutos, seja ela um blog, uma galeria de fotos ou simplesmente seu perfil no Orkut, Facebook ou outra rede social semelhante. Ah, você quer um endereço próprio? Sem problemas: no <a href="http://registro.br/" target="_blank">Registro.br</a> você compra o domínio<em>seunome.com.br</em>, contrata um serviço de hospedagem por 10 reais mensais e redireciona o endereço que você comprou para aquele servidor, que vem equipado com ferramentas que instalam seu blog na hora, em segundos. Em menos de duas horas, você já tem seu site pronto, funcional, com endereço curto e de fácil memorização e com conteúdo para espalhar por aí.</p>
<p>É fato: o GeoCities ficou obsoleto &#8211; mas algumas culturas que vêm de sua época ainda estão, infelizmente, em voga. Foi na época das páginas pessoais estáticas que a então garotada se interessou por essa linguagem alienígena chamada HTML. A partir daí, qualquer calças-curtas que sabia o que é <em>&lt;body&gt;</em> e <em>&lt;a href&gt;</em> já era considerado um webmaster apto para construir o site daquele seu tio que é dono de uma padaria naquele subúrbio onde pensam que Internet é o nome da cachaça nova &#8211; daí nascia a tão falada expressão &#8220;sobrinho pontocom&#8221; no mercado de trabalho. Até hoje, os profissionais Web ouvem a fatídica frase &#8220;eu tenho um sobrinho que faz o site pra mim rapidinho, sem cobrar isso tudo que você está me pedindo&#8221;. O que esse (im)potencial cliente não sabe é que o seu sobrinho ainda faz <em>GeoSites</em> (sites para a GeoCities). O sobrinho e esse cliente são tão obsoletos quanto uma página HTML feita no FrontPage.</p>
<p>Em prol dessa evolução, deixo de lado meu sentimentalismo de testemunha do nascimento deste serviço que trouxe tantas alegrias (e dores de cabeça, com seu contínuo mau funcionamento) para entender que sua morte representa um passo decisivo da evolução da Web e um importante recado talhado em sua lápide: clientes, modernizem-se! Sobrinhos , profissionalizem-se ou saiam do caminho. Internet é coisa séria, não estamos mais em 1996. Enquanto o GeoCities sai da Web para entrar para a história, faço questão de aplaudir de pé enquanto esta verdadeira cidade virtual caminha de cabeça erguida, certa deque cumpriu seu dever com competência.</p>
<p>Os blogs, fotologs e Orkuts ainda podem aprender muito com o legado deste velho serviço de hospedagem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2009/10/27/geocities-e-os-sobrinhos-geosites/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bing: &#8220;&#8230;But It&#8217;s Not Google&#8221;. Ou é?</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2009/06/14/bing-but-its-not-google-ou-e/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2009/06/14/bing-but-its-not-google-ou-e/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 02:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocktock.com.br/?p=3774</guid>
		<description><![CDATA[Passei o fim de semana inteiro experimentando o Bing, novo sistema de busca da Microsoft, que a empresa anunciou recentemente como sendo a futura revolução na prática de busca por informações e conteúdo na Web. De cara, a primeira coisa que tenho a dizer é: esqueça a versão brasileira, pelo menos por enquanto. A relevância da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4590" title="bing" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/bing.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>Passei o fim de semana inteiro experimentando o <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, novo sistema de busca da Microsoft, que a empresa anunciou recentemente como sendo a futura revolução na prática de busca por informações e conteúdo na Web. De cara, a primeira coisa que tenho a dizer é: esqueça a versão brasileira, pelo menos por enquanto. A relevância da busca é sofrível e não é sequer sombra do serviço original que, por sua vez, ainda encontra-se em fase beta.</p>
<p>Calma, eu explico: antes de reparar na bela foto que serve de fundo para o site, dê uma olhadinha no canto superior direito da página e (teoricamente) verá a palavra <em>Brasil</em> por lá. Clique por lá e, na página seguinte, selecione a opção <em>Estados Unidos &#8211; Inglês</em>. Pronto, agora você está preparado para experimentar tudo que o Bing pode oferecer.</p>
<p>E o que, afinal, o Bing pode oferecer? Na verdade, não muita coisa além do que o Google oferece, só que um pouco melhor arrumado, permitindo que a relevância da sua busca seja ainda maior. As sugestões de buscas relacionadas que aparecem na coluna à esquerda da página são realmente uma mão na roda e, assim como o Google, o Bing traz resultados de sites e vídeos também, além de ter canais de buscas exclusivas para vídeos, imagens, mapas e notícias.</p>
<p>Gostei mesmo foi da &#8220;bibliotecagem&#8221; do Bing. Ao procurar pela banda minha banda de rock preferida, os canadenses do <em>Rush</em>, o Bing apresenta os primeiros sites relacionados ao trio e também sub-resultados dessa busca como &#8220;Rush Tabs&#8221; (tablaturas e cifras para aprender a tocar as músicas), &#8220;Rush Albuns&#8221; (páginas com informações específicas sobre os álbuns da banda e também lojas online para comprá-los em poucos cliques), &#8220;Rush songs&#8221; (letras das músicas e rádios online para ouvir por srtreaming) e &#8220;Rush Tour&#8221; (páginas com informações das próximas turnês e apresentações), entre outros tipos de divisão.</p>
<p>A pergunta que não quer calar: seria o Bing o &#8220;assassino do Google&#8221;? Sinceramente, não sei, mas tenho a convicção de que tudo tem um fim &#8211; não apenas na Internet, mas em todo o mundo desde o início dos tempos. Com o Google não é diferente: ele também acabará um dia, por mais que pareça impossível conceber este pensamento nos dias de hoje mas, até aí, muitos pensavam que, nos primórdios da Internet comercial, o <a href="http://br.altavista.com/" target="_blank">Altavista</a> seria o buscador supremo da Web para todo o sempre, amém e, antes disso, se o seu site não estivesse no Cadê, você não era ninguém no mundo virtual e essa era uma verdade inabalavelmente eterna.</p>
<p>No dia em que o Google morrer &#8211; e pode ser daqui a alguns anos ou que nem nossos filhos estejam vivos para presenciar isso &#8211; todos querem estar prontos para tomar seu posto. Alguns estão desde já pensando nisso. Como o Bing. E isso não é errado. Se ele terá sucesso como assassino ou apenas como aquele que se aproveitará melhor da carcaça do nosso atual oráculo, só o tempo dirá.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2009/06/14/bing-but-its-not-google-ou-e/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Experimentando o IE8</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2009/03/22/experimentando-o-ie8/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2009/03/22/experimentando-o-ie8/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 02:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocktock.com.br/?p=2319</guid>
		<description><![CDATA[Como todos sabem, a Microsoft, finalmente, liberou a versão final do Internet Explorer 8 &#8211; permitam-me corrigir: do Windows Internet Explorer 8 (sim, eles adicionaram o nome do sistema operacional no navegador). Logo em seu dia de lançamento, baixei o programa duas vezes: a versão de 32 bits para instalar no Windows XP do computador de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4591" title="ie8" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/ie8.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>Como todos sabem, a Microsoft, finalmente, liberou a versão final do Internet Explorer 8 &#8211; permitam-me corrigir: do <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/internet-explorer/default.aspx" target="_blank">Windows Internet Explorer 8</a> (sim, eles adicionaram o nome do sistema operacional no navegador). Logo em seu dia de lançamento, baixei o programa duas vezes: a versão de 32 bits para instalar no Windows XP do computador de 1Gb de memória no meu trabalho; e a versão de 64 bits para o Windows Vista da máquina com 4Gb de memória em minha casa. Assim tive, nesses últimos dias, a oportunidade de testar o browser em duas situações bem diferentes.</p>
<p>Nos dois casos, gostei muito do resultado. O navegador continua “grande” para baixar, dando a impressão de que a navegação por ele continuará pesada como vinha sendo na versão anterior, mas ele se mostrou surpreendentemente leve para carregar as abas e as páginas. A empresa do Tio Bill garante que as novas aplicações de segurança que rodam longe de nossos olhos protegem a navegação do usuário de duas a quatro vezes mais contra ataques de programas mal intencionados e sites que atacam através de <em>phishings</em>. Essas mesmas medidas de segurança fazem com que o programa identifique sites que possam roubar seus dados.</p>
<p>Tudo isso é muito importante e muito legal, mas o que pode conquistar mesmo os usuários é a coleção de novas gracinhas como os tais “aceleradores”: experimente selecionar um texto qualquer no site para aparecer um quadrado com uma seta dupla. Clicando nele, surge uma lista de ações que você pode fazer com aquele texto selecionado na Internet como buscar por aquela frase no Google ou no Windows Live Search, postá-lo no seu Windows Live Blog ou mandar por e-mail &#8211; quem pensa que esse recurso só serve para os serviços online da Microsoft engana-se:<a href="http://www.ieaddons.com/br/accelerators?lang=br&amp;index=0" target="_blank">clicando aqui</a>, você encontra vários destes aceleradores como tradução do texto pelo Google, Apontador, Live Maps, Facebook, Gmail e muito mais (pois é, ainda não tem Twitter, mas acredito que seja uma questão de tempo).</p>
<p>Os desenvolvedores vão gostar do botão de compatibilidade de edição, que mostra o site como seria visto em versões anteriores do browser &#8211; ideal para páginas que foram desenvolvidas de forma que desalinham o texto ou outros elementos dela em versões mais novas dos navegadores. Outro detalhe legal é o botão de “sites sugeridos” que fica no começo da barra de links pessoais, logo abaixo do campo de digitação do endereço. Ao acessar um site e clicar nele, uma pequena tela se abre, apresentando links de outros endereços na Web que possuem alguma similaridade de assunto com aquele que está visitando.</p>
<p>Os caras não tiveram vergonha nenhuma em imitar algumas coisas legais que concorrentes como o FireFox e o Chrome iniciaram, como a ferramenta de busca de texto que agora abre em um slice no topo da tela em vez de numa caixa flutuante, as sugestões de pesquisa que surgem quando você começa a digitar um termo no campo de busca ou até mesmo no campo de digitação de endereço, igual ao browser do Google, e até mesmo a navegação “privada” &#8211; assim como o Chrome, uma nova janela do Explorer pode ser aberta para uma navegação <em>InPrivate</em>. Nela, o browser não vai armazenar dados, históricos, cookies ou arquivos temporários.</p>
<p>Nem tudo são flores no novo IE8: a Adobe não terminou a tempo a versão de 64 bits do Flash, plugin para uma das tecnologias mais usadas na Web &#8211; resultado: o IE8 para Windows Vista de 64 bits não visualiza os arquivos de animação e interação que precisam do plugin. Enquanto correm para preencher este buraco, aqueles que precisam acessar sites cujo uso do Flash é essencial em sua navegação, a recomendação da Adobe é: <a href="http://kb.adobe.com/selfservice/viewContent.do?externalId=6b3af6c9&amp;sliceId=2" target="_blank">use um navegador de 32 bits</a>.</p>
<p>Tirando esse problema do Flash, que é grave, minha experiência com o IE8 nesses primeiros dias tem sido muito satisfatória. Se a performance dele for assim em todas as máquinas, não vejo motivo para que ele reconquiste a fatia do mercado que vem perdendo para a raposa de fogo e para o browser cromado &#8211; isto é, se eles conseguirem mudar essa imagem de totalitarista e de que seus produtos são ruins para que as pessoas se disponham a experimentá-lo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2009/03/22/experimentando-o-ie8/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ajude seu webmaster</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2009/01/22/ajude-seu-webmaster/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2009/01/22/ajude-seu-webmaster/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 02:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lpaiva.jor.br/wp/?p=1148</guid>
		<description><![CDATA[Se você vê uma barrinha no topo deste blog aconselhando-lhe a atualizar seu browser, faça logo: isso significa que seu navegador é antigo. E qual é o problema nisso? Vários! Pra começar, ele não deve apresentar para você a maior parte dos sites que visita da forma como deveriam ser apresentados, sem falar que eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4592" title="browsers" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/browsers.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>Se você vê uma barrinha no topo deste blog aconselhando-lhe a atualizar seu browser, faça logo: isso significa que seu navegador é antigo. E qual é o problema nisso? Vários! Pra começar, ele não deve apresentar para você a maior parte dos sites que visita da forma como deveriam ser apresentados, sem falar que eles não são equipados com recursos de segurança contra males digitais criados depois dele.</p>
<p>O pedido faz parte de uma <a href="http://imasters.uol.com.br/crossbrowser" target="_blank">campanha criada pelo site iMasters</a>, criada para eliminar os navegadores antigos do mercado. O site, voltado para os profissionais de produção de sites, sente na pele, bem como seu público-alvo, as dificuldades em ter que produzir páginas cheias de recursos e interatividade sem poder usar um monte de novas tecnologias só porque a maior parte dos internautas que visitarão aquele site usa, por exemplo, o Explorer 6, enquanto a versão 8 do programa já está prestes a sair.</p>
<p>Eu demorei para aderir à campanha, não por falta de interesse (pelo contrário), mas por falta de tempo mesmo em escrever este post, mas aqui está! Apóie também esta causa e atualize agora mesmo seu browser, seja ele <a href="http://br.mozdev.org/" target="_blank">Firefox</a>, <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/products/winfamily/ie/beta/default.mspx" target="_blank">Explorer</a>, <a href="http://www.google.com/chrome" target="_blank">Chrome</a>, <a href="http://www.opera.com/" target="_blank">Opera</a> ou qualquer outro! Você está, indiretamente, ajudando a Internet a se desenvolver e evoluir e os webmasters agradecem. Aproveite que a maioria dos navegadores mais utilizados lançaram novas versões há pouco tempo e baixe agora mesmo. Eu já atualizei o meu browser. E você?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2009/01/22/ajude-seu-webmaster/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Google lança sistema operacional</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2008/12/03/google-lanca-sistema-operacional/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2008/12/03/google-lanca-sistema-operacional/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 02:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lpaiva.jor.br/wp/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[Já é notícia por aí: Google lançou seu sistema operacional, chamado Cloud. Foi anunciado que a novidade seria comercializada dentro do notebook Gigabyte. Se fizer uma busca por aí, vai encontrar notícias dizendo que ele virá em um ou outro modelo de desktop popular, vendidos em supermercados americanos. O tal “sistema oerpacional do Google” é baseado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bText">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4593" title="sistema_google" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/sistema_google.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>Já é notícia por aí: <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/10902/mercado/google_lanca_sistema_operacional_cloud/" target="_blank">Google lançou seu sistema operacional, chamado Cloud</a>. Foi anunciado que a novidade seria comercializada dentro do notebook Gigabyte. Se fizer uma busca por aí, vai encontrar notícias dizendo que ele virá em um ou outro modelo de desktop popular, vendidos em supermercados americanos.</p>
<p>O tal “sistema oerpacional do Google” é baseado no Linux Ubuntu 7, devidamente preparado para utilizar os aplicativos online do Google (agenda, docs, Gmail, etc.) como suas ferramentas principais, sugeridas no lugar de programas instalados na própria máquina como bem prega a cartilha da tal “computação em nuvem” &#8211; não por acaso o nome desse OS é <em>Cloud</em>. Claro que os aplicativos da nuvem do Google não são as únicas opções: o Cloud também já vem com o navegador Chrome, o Skype e o pacote OpenOffice, entre outros aplicativos.</p>
<p>Na época em que o Google lançou o Chrome, já havia cantado essa pedra de que faltava pouco para que a empresa de Internet mais querida do mundo partisse para seu próprio sistema operacional. Não me surpreende que o Cloud incentive a computação em nuvem e, conseqüentemente, o uso de seus aplicativos online que rodam perfeitamente no navegador deles. Nunca comprei esse discurso de que o Google é uma empresa “do bem” e “gente boa”, mas seus produtos e serviços sempre funcionaram direito nas minhas mãos até agora. Não me importo que uma empresa, seja o Google ou a Microsoft, queira ou mesmo consiga dominar o mundo desde que seu método de conquista seja oferecer produtos e serviços para seus súditos (como eu) e não repreendê-los ou censurá-los. Uma vez que o Google tem investido pesado na plataforma de PCs, talvez a Microsoft venha encontrar, enfim, um adversário a altura &#8211; não agora e não desse jeito de agora. Não se derruba uma posição consolidada de anos como encontra-se o Windows e, para o Google brigar de igual para igual, ele não deve apenas modificar um Linux com a cara e ferramentas dele, deve, sim, partir para a ousadia de criar um sistema operacional próprio, do zero, que explore ao máximo a computação em nuvem com serviços e interações que se tornarão indispensáveis para o internauta a ponto de trocarem seus Windows e Linux por ele. Enquanto isso não acontece, vamos todos nos admirar perante a nova bijuteria que todos já vêem como uma jóia valiosa só porque leva a marca <em>Google</em>.</p>
<p>Deixo registrado: se, um dia, eles realmente lançarem um sistema operacional realmente do Google, não me importo em experimentar pra ver qual é?</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2008/12/03/google-lanca-sistema-operacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Internet na tomada</title>
		<link>http://www.ocktock.com.br/2008/11/14/internet-na-tomada/</link>
		<comments>http://www.ocktock.com.br/2008/11/14/internet-na-tomada/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 02:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocktock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Techie!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lpaiva.jor.br/wp/?p=121</guid>
		<description><![CDATA[As pesquisas sobre a passagem de dados via rede elétrica para acessar a Internet não são novas &#8211; a extinta revista Internet.br, onde eu trabalhei, já havia publicado matérias sobre os primeiros passos da Eletropaulo para viabilizar essa idéia que parece ser coisa de cientista louco, lá pela segunda metade da década de 90. Ao fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4594" title="tomada" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/tomada.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p>As pesquisas sobre a passagem de dados via rede elétrica para acessar a Internet não são novas &#8211; a extinta revista <em>Internet.br</em>, onde eu trabalhei, já havia publicado matérias sobre os primeiros passos da Eletropaulo para viabilizar essa idéia que parece ser coisa de cientista louco, lá pela segunda metade da década de 90. Ao fim de 2008, as teorias parecem, afinal, ter virado prática, pois a companhia que oferece energia elétrica a São Paulo pretende oferecer oficialmente esse serviço a partir do primeiro trimestre do ano que vem.</p>
<p>A Eletropaulo oferecerá a tecnologia e infra-estrutura que montaram aos provedores que quiserem vender o serviço ao consumidor final. A tal estrutura permite que os sinais de fibra ótica percorram o mesmo caminho da rede elétrica. Vantagens disso: não será mais preciso quebrar paredes ou instalar cabos ou fazer sujeira para colocar sua Internet; tudo que você precisará fazer será plugar o cabo de um modem especial para esta tecnologia na tomada da parede; a tecnologia alcançará lugares que muitos serviços de Internet (à cabo, ADSL ou mesmo por linha discada) não alcançam, como cidades do interior, daquelas bem distantes das capitais.</p>
<p>A Eletropaulo já cabeou 2 mil quilômetros de São Paulo com a nova estrutura e o bairro de Moema já conta com o serviço instalado por lá em fase de testes desde o final de 2007. Nesse período, cada prédio tem uma conexão de 80Mb a ser distribuída entre os apartamentos, de acordo com o número de assinantes do serviço e do contrato assinado pelo condomínio. É claro que, como todo início de nova tecnologia, nem tudo são flores e alguns detalhes a serem aperfeiçoados geram até piadas enquanto não o são. Os moradores de Moema, por exemplo, sentem que a velocidade da conexão cai um pouco quando alguém liga o ferro de passar?</p>
<p>Vamos ver como será a Internet Elétrica daqui a alguns anos. Se a velocidade for mesmo maior que as bandas largas que temos hoje em dia, quem sabe só assim chegaremos ao nível de conexão de países como o Japão, que tem uma Internet até 15 vezes mais rápida que a nossa. E ainda existem empresas brasileiras que tem a “pachorra” de se chamarem Speedy e Velox?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ocktock.com.br/2008/11/14/internet-na-tomada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
